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LEM: tabelionato de notas usa infravermelho para detectar fraudes

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O tabelionato de Notas de Luís Eduardo Magalhães desde o mês de setembro está usando uma máquina de infravermelho para detectar fraudes em documentos. Segundo reportagem da TV Oeste desta terça-feira, (09), no tabelionato da cidade, são em média de 15 a 20 tentativas de fraude todos os meses, o que fez a direção tomar uma providência.

Os funcionários já são orientados a verificar os documentos com atenção e usar até lupa, mas desde o mês passado, todos os documentos que chegam aqui passam por uma máquina de infravermelho. Elas são capazes de identificar se houve alguma adulteração nas assinaturas ou em alguma outra parte do documento.

“Os fraudadores utilizam de vários artifícios para chegar ao mais parecido possível com o original, e a olho nu é bem complicado se aferir essa fraude. Por isso que a gente comprou essas máquinas para auxiliar na análise”, disse a tabeliã Ana Paula.

Foi assim que uma falsificação foi identificada. Um DUT, documento de transferência de veículos aparentemente estava em branco, mas quando passou pela máquina, apresentou marcas de que tinha sido apagado. “Nós temos muitas fraudes de DUT de veículo, o mais corriqueiro aqui. Quando eles utilizam solventes, alguma substância química, que eu não sei qual seria, para apagar os dados e evitarem transações de veículos. Mas também já pegamos carteira de identidade adulterada, é onde mora o perigo maior”, explicou.

Falsificar um documento ou parte dele é crime, de acordo com o artigo 297 do código penal. A pena varia de um a seis anos de prisão e multa.


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